Ó vil e querida web
Que a gente vê como uma net
Que se prova mastiga e deita fora
Que tanto nos "embeb"
Parece então um bom frete
Que nos põe sempre à nora
Em ti gravata virou trapo
O vilão torna-se o bom da fita
O príncipe virou uma rã sapo
A velha corcunda bela pita
E o chato toma chá e bate-papo
E a garrafa arma-se em pipa
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